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ELETRÔNICA
ELETRÔNICA é a ciência que
entre os mais diversos ramos que a abrangem, estuda a transmissão da
corrente elétrica no vácuo e nos semicondutores. Também é considerada um
ramo da Eletricidade que, por sua vez, é um ramo da Física onde se
estudam os fenômenos das cargas elétricas elementares, as propriedades e
comportamento, do Elétron, Fótons, partículas elementares, ondas
eletromagnéticas, etc.
Em uma definição mais abrangente, podemos dizer que a Eletrônica é o
ramo da ciência que estuda o uso de circuitos formados por componentes
elétricos e eletrônicos, com o objetivo principal de representar,
armazenar, transmitir ou processar informações além do controle de
processos e servomecanismos. Sob esta ótica, também se pode afirmar que
os circuitos internos dos computadores (que armazenam e processam
informações), os sistemas de telecomunicações (que transmitem
informações), os diversos tipos de sensores e transdutores (que
representam grandezas físicas - informações - sob forma de sinais
elétricos) estão, todos, dentro da área de interesse da Eletrônica.
Considera-se o primeiro componente eletrônico puro a célula fotovoltaica
(1839) seguida pela válvula termo iônica (Ver Efeito Édison), ou
termiônica e alguns diodos à base de Selênio, Se.
A válvula termiônica, também chamada de válvula eletrônica, é um
dispositivo que controla a passagem da corrente elétrica através do
vácuo, dentro de um bulbo de vidro, sendo utilizada em larga escala até
meados da década de 1960. Aos poucos, foi substituída pelos
transistores. |
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Um transistor é um dispositivo que controla a passagem da corrente
elétrica através de materiais semicondutores inteiramente sólidos.
Assim, por definição, ambos são componentes eletrônicos que servem para
executar trabalhos idênticos, o segundo porém mais moderno que o
primeiro.
A eletrônica, ao passar do tempo, acabou por desenvolver e estudar novos
circuitos eletrônicos além de transistores, diodos, fotocélulas,
capacitores, indutores, resistores, etc.
A tecnologia de miniaturização, (depois chamada de nanotecnologia),
desenvolveu os circuito integrados, os micro circuitos, as memória
eletrônicas, os microprocessadores, além de miniaturizar os capacitores,
indutores, resistores, entre outros.
Desde o
início do século vinte até sua metade, a válvula termo
iônica reinou absoluta, quando na metade do século, em
1948, a gigante em telecomunicações Bell Telephone,
desenvolveu um dispositivo que em comparação à válvula
termo iônica era simplesmente minúsculo. Era o primeiro
transistor. Aí estávamos iniciando a era do
semicondutor.
Com o transistor e o desenvolvimento das técnicas de
miniaturização promovido, ficou cada vez mais acelerada
a confecção e projeto de componentes e equipamentos
eletrônicos.
Isto culminou com a construção do primeiro circuito
integrado no final da década de sessenta, quando
apareceu o primeiro amplificador operacional integrado.
Este nada mais era que a montagem miniaturizada de
transistores, capacitores, resistores e diodos
semicondutores, todos feitos numa só base, inicialmente
em germânio.
Logo após, no início da década de setenta, os
componentes passaram a ser fabricados em silício,
elemento de mais fácil manipulação e menos sensível aos
efeitos de avalanche térmica.
Foram sendo desenvolvidas assim exponencialmente novas
tecnologias para a fabricação seriada em alta
velocidade. Estas utilizavam componentes de larga escala
de integração, (LSI), e logo após, nos anos oitenta, foi
desenvolvida a extra larga escala de integração, (ELSI).
Esta tecnologia nos deu os microprocessadores de alta
velocidade e desempenho.
Nos dias de hoje depois do trabalho de milhares, senão
milhões de colaboradores anônimos a Eletrônica está
finalmente entrando na era da nanotecnologia.
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